Ciência

definição de biogênese

O fim biogênese é um conceito que permite designar aquela teoria segundo a qual todo ser vivo vem de outro ser vivo; Esta teoria se opõe à teoria de geração espontânea ou abiogênese.

Teoria biológica que afirma que os seres vivos vêm sim ou sim de outros e não que somos gerados a partir de matéria espontânea e natural como se acreditou durante séculos

Devemos dizer que este conceito é usado quase exclusivamente no campo da biologia.

Deve-se notar que a abiogênese implica a crença de que a origem da vida se encontra na matéria inerte. Esse pensamento prevaleceu no mundo da ciência desde o tempo dos filósofos gregos.

Tanto que Aristóteles, argumentou que os animais e as plantas foram gerados por geração espontânea, ou seja, naturalmente a partir de seres vivos em processo de decomposição, seja na lama ou no lixo.

Em outras palavras, um princípio ativo é combinado com certas substâncias ou circunstâncias naturais e espécies são criadas.

Tanto a origem da vida como o tema da morte têm sido temas que despertam e despertam o interesse da humanidade desde os tempos mais remotos.

Assim é que os grandes pensadores da antiguidade, filósofos, depois cientistas, trataram preferencialmente dessas questões para as quais buscaram dar respostas, é claro, o desenvolvimento da ciência e da evolução neste campo permitiu aos poucos chegar a conclusões mais precisas.

Então, até o século dezessetePor mais ou menos vinte séculos, acreditou-se que a vida poderia surgir de matéria sem vida em certas circunstâncias, que é o que acabamos de mencionar como geração espontânea.

A partir desse momento, o avanço da ciência e a realização de vários experimentos mostraram que a vida não era gerada espontaneamente, mas que implica necessariamente a existência de um modo de vida anterior e isso passou a se chamar biogênese.

Enquanto isso, essa crença de geração espontânea proliferou principalmente devido à observação de que vermes e fungos, por exemplo, pareciam surgir espontaneamente, naturalmente, quando a matéria orgânica era deixada exposta.

Algum tempo depois, foi revelado que das citadas circunstâncias freqüentemente observadas a vida só surge de outra vida, então, por muitos anos apostou-se na crença de que organismos vivos poderiam surgir espontaneamente se formando a partir de matéria orgânica em decomposição.

Mudança substancial na concepção da origem da vida e a influência do desenvolvimento da ciência e de elementos como o microscópio

No ano 1665, o cientista Franchesco Reide, deu o pontapé inicial para começar a demonstrar que a crença que havia prevalecido até então não era a correta e o fez demonstrando que os vermes detectados na carne provinham de larvas de moscas, que não apareciam na carne foi protegido, por exemplo, usando uma malha fina.

E finalmente, para Em meados do século 19, o cientista Louis Pasteur mostrou que no ar existe uma grande quantidade de microorganismos responsáveis ​​pela decomposição da matéria orgânica.

A invenção do microscópio foi certamente relevante e chave para avançar no esquecimento da ideia de geração espontânea e na instalação da ideia de biogênese como explicação da vida.

Na ciência, havia dois campos com ideias claramente diferentes, aqueles que eram a favor da geração espontânea e aqueles que apoiavam a biogênese.

Como indicamos, a obra de Loius Pasteur foi decisiva para chegar à conclusão de que do que não tem vida é impossível que seja gerado um vivente.

Pasteur le dijo al mundo que la creencia de la generación espontánea era una fantasía que se había creído durante mucho tiempo pero que no era una realidad ni una explicación de la vida, en tanto, las observaciones que permitió realizar de manera minuciosa el microscopio permitieron avanzar neste sentido.

Além disso, o termo apresenta outro uso recorrente, que é aquele que designa o processo de coisas vivas que produz outras coisas vivas, ou seja, aquele vivente que bota ovos, o que ele faz é continuar a proliferar, reproduzindo sua espécie.

Se esse processo não fosse possível, muitas espécies desapareceriam diretamente do planeta, enquanto a possibilidade de algumas espécies se unirem, botarem ovos e, assim, produzirem descendentes, garante que a espécie em questão continua crescendo e existindo na terra.