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definição de mórbido

Do ponto de vista psicológico, mórbido é a tendência interior que o ser humano sente em alguns momentos para a realização, fantasia ou pensamento de alguma ação que vem acompanhada de algum aspecto proibido ou que é considerada tabu. Ressalte-se que sentir-se mórbido por determinada situação não significa materializar essa experiência na prática como causa e efeito. Ou seja, é positivo diferenciar entre o plano da teoria e da ação.

Atração para o proibido

Geralmente, o mórbido mostra o incentivo para fazer algo inusitado em áreas tão específicas como o sexo, por exemplo. Ou seja, algumas fantasias sexuais são motivadas pela curiosidade de imaginá-las. Até a morbidez pode ser um incentivo de marketing. É o caso, por exemplo, de alguns romances ou filmes eróticos que despertam curiosidade. Foi o caso, por exemplo, da comercialização do filme "50 Shades of Grey". Nesse caso, a curiosidade de ver as anedotas descritas no romance no grande ecrã a cores foi um incentivo muito importante para muitos telespectadores.

Geralmente, a curiosidade desperta a curiosidade de um universo desconhecido, é como uma nova porta que desperta a curiosidade mas, ao mesmo tempo, também produz um certo medo. Na verdade, muitas pessoas não confessam o que as torna mórbidas. Eles mantêm essas informações dentro do escopo de sua privacidade.

Os limites do mórbido

A alimentação do mórbido deve ter um limite, é o limite do respeito por si e pelos outros. Por exemplo, qualquer forma de morbidade que dê origem a uma forma de abuso ou sujeição é ética e legalmente repreensível.

Do contrário, se a morbidade se transformar em pensamento obsessivo por situações percebidas como proibidas, as consequências podem ser muito negativas. Em primeiro lugar, para você. Geralmente, algo é percebido como mórbido quando projeta certa imagem de mistério.

Socialmente, o mórbido pode ser alimentado por meio de algo tão simples como um boato. É o que acontece quando os vizinhos espalham uma história sobre uma pessoa. É importante ter bom senso para não alimentar o instinto da curiosidade contra a razão.

Da mesma forma, o tabloide e a imprensa tabloide podem recorrer à morbidez para descrever os aspectos mais remotos de um acontecimento macabro, alimentando manchetes que são um claro exemplo do uso da morbidez para despertar o interesse dos leitores.

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